Ações Essenciais Para a sobrevivência da sua Empresa

Qual é o Momento Certo de se tomar ações Essenciais para a Sobrevivência da sua Empresa ?

Tem empresário que se deixa levar pelas ondas festivas causadas pelos eventos sociais ou religiosos do país e não percebem que os dias parados estão minando a capacidade de sobrevivência do seu negócio.

Outros, mais conscientes, tentam negociar com seus funcionários, sempre uma dificuldade cultural no Brasil, já que a maior parte das pessoas foram criadas com esse hábito de emendar feriados com datas festivas e trabalhar nestes dias é considerado sacrifício ou até mesmo “perda de direitos” por alguns.  

É um paradoxo, fechar e tomar prejuízo ou ficar aberto e ter conflitos com os colaboradores ?   O que fazer com minha empresa para que sobreviva ?

Eventos Sociais, Religiosos, Festivos e sua Influência

Algumas mídias tentam mostrar que o brasileiro é festeiro, gosta de receber as pessoas, alegra-se com pouco e o Carnaval é seu grande momento, quando libera  suas emoções em público, sem censuras.

Dessa forma, o Carnaval gera um feriado prolongado, emendando final de semana com o dia festivo.  Alguns Estados do BR, principalmente do Nordeste, costumam antecipar e esticar o Carnaval, que passa a durar mais de 15 dias festivos, entre preparação para os Blocos e colocar eles nas ruas.

As pessoas que gostam de viajar, acham ótimo, mais alguns dias na estrada ou na praia, alegria, diversão,  descansar.  Uma ironia, já que as viagens, filas para compras, fila da balsa, medo de assaltos e outras ocorrências cansam muito mais.   

Assim vem o Carnaval e seus dias emendados, favorecendo viagens, lazer, mas parando a produção de milhares de empresas e contribuindo para o Custo Brasil, ao reduzir os dias produtivos nos negócios de todas as naturezas, comércios, serviços, industrias.

O evento traz receitas de turismo, tem efeito benéfico, mas os excessos de dias parados é que traz prejuízos à produção, baixando a “produtividade Brasil” e isso reflete tanto que o Brasil está em péssima classificação no      “rancking” dos países mais produtivos do mundo.  Isso reflete nos custos dos produtos, na conquista de mercados e por tabela, na sobrevivência de muitos negócios.

Depois do Carnaval, ainda temos o Natal, o Ano Novo contribuindo também para baixar a “produtividade capita Brasil”, em relação a outros países, com os quais concorremos no mercado.  

Lembramos que a concorrência agora não é mais local, regional, estadual, nacional, mas mundial, ou seja, seu concorrente consegue colocar o produto dele em seu quintal, vender para seus clientes.

Governo novo, ajeitando a Economia: Sair na Frente ou Aguardar que tudo seja resolvido ?

Vamos usar o “causo” do caipira no campo, em que o visitante viu que não havia nada plantado em sua terra e questionou se a terra dava arroz, feijão, milho e outros itens, ao que ele  respondeu … “ora, se plantar dá …”

Para colher é preciso plantar”, para plantar é preciso preparar a terra, de forma adequada, curvas de nível se necessário, análise correta do solo e aplicar os corretivos e fertilização necessários.

Sem contar os riscos trazidos pelo clima, falta ou excesso de chuvas nos momentos em que as colheitas necessitam, o que pode causar quebras de produção e prejuízos financeiros.

É tudo ligado, uma boa preparação da terra vai gerar boas colheitas, bons rendimentos e remunerar o capital investido.

O plantio direto, a rotação de culturas ou os consórcios (floresta, pecuária, agricultura) vão trazer bons resultados. Sua empresa não “é uma ilha” nem vai sobreviver sozinha no mercado. Os parceiros são nossos esteios, que nos ajudam a atravessar o “rubicão” (uma lenda romana de um rio que não poderia ser atravessado pelo exército), mas por analogia  significa que em momentos críticos ações devem ser tomadas e parceiros podem contribuir positivamente.

Lembramos que a Embrapa, um símbolo brasileiro de novas tecnologias no campo, desenvolveu novos cultivares para cana de açúcar em solos que antes “não davam nem carrapicho”, para soja no cerrado e outros produtos que se tornaram competitivos.   As empresas de Consultoria Empresarial tem tecnologia avançada e consultores treinados e experientes que são os parceiros necessários em momentos de transição de mercado.

Da mesma forma o nosso “caipira”, hoje empresário do campo, não vai esperar que o governo resolva seus conflitos internos, suas disputas por cargos, seus projetos que travam nos hábitos tradicionais de políticos que regateiam, tentam barganhar por algo que os beneficie.   

Ele vai seguir o ciclo da natureza, que diz ” é o momento de plantar se quiser colher” e costuma praticar essa metodologia, para obter não só uma boa colheita, mas também abrir espaço para uma adicional chamada “safrinha”, que transforma o uso de seu pedaço de terra numa porcentagem maior de retorno, de lucro, de recursos que vão entrar em seu negócio e torná-lo mais lucrativo e competitivo.

Sair na Frente ou correr atrás ? Qual decisão é adequada ?

Lembro de um trabalho que fazia no interior, numa consultoria de franchising, quando usei a expressão “temos que correr atrás” e ouvi, que era melhor “sair na frente” e nos posicionarmos de forma vantajosa no mercado.  Foi uma lição, aprendida para sempre, que mudou minha forma de agir.

Aqueles que “correm atrás”, mostram que algo não ocorreu em seus negócios, na sua empresa no “time adequado” (hora adequada, data adequada…), o “bonde passou” e agora outros concorrentes já podem ter alcançado vantagens competitivas, como abrir ou ocupar um nicho de mercado, ser a líder numa cidade, região, segmento.

Os que “saem na frente”, vão ter maior possibilidade de sobreviver num mercado local e global, sem fronteiras, em que “agilidade” se tornou mais importante que “tamanho”, que “tradição”, até mesmo “preços”, pois a economia em transição exige mais do que “ser um fornecedor”, mas se tornar um parceiro de negócios confiável, braço a braço, ombro a ombro.

Novas Formas de Parcerias para manter-se na dianteira em seu Mercado ?

A loja dentro da loja foi uma das primeiras parcerias que notamos terem dado certo no comércio e varejo.  Um “case real” no interior de São Paulo, por acaso, o empreendedor montou uma loja gigante de 1,99 e dentro dela sua esposa colocou uma loja de presentes e bijuterias mais elaboradas.   As bijuterias se tornaram uma Rede de Lojas próprias depois de algum tempo, com estilo diferenciado, a começar pela maquiagem das vendedoras, festiva, atraente.

Outro caso em industriais, foi uma empresa fornecedora de ferramentas do sul do país, que se especializou em montar seus almoxarifados dentro de montadores e outras grandes empresas, como segmento do negócio e algum tempo depois, já tinha essa parceria com dezenas de indústrias.

É comum dentro das montadoras de automóveis ou caminhões, que os fornecedores mantenham estoques na linha de montagem no momento em que os itens que fornecem serão utilizados, o chamado “just in time“,  mas o grande avanço, como ocorre com parachoques, é que o fornecimento foi agregado com a montagem e o kit é fornecido completo, pronto para montar na carroceria, o que também é feito pela fornecedora.

No comércio e outros segmentos, costuma-se terceirizar áreas como RH, parte da Comercial, no aspecto de prospecção de clientes no mercado e até de fases da produção, trazendo como vantagens menores investimentos em máquinas, lay out, edificações, mão de obra, insumos, já que o fornecedor especializado vai aproveitar melhor as matérias primas e realizar “entregas” no momento adequado.   

Em Serviços, a Logística já permite que fases da produção sejam realizadas por terceiros, com vantagem, como os “brokers”  (agentes de vendas), que agem como intermediários entre o fabricante e o mercado, cuidando das vendas, promoções, marketing, pesquisas, créditos, cobranças, armazenamento e distribuição de produtos..

Ou apenas fabricar e entregar para a distribuidora colocar no mercado, como ocorre no mercado de bebidas, alimentos e outros.  Ou fazer a distribuição tradicional (fabricantes, atacados, distribuidores, lojas, consumidor final).

Qual a Importância de Controlar, Monitorar e Analisar os Resultados ?

Chegou a era dos negócios acompanhados ON LINE, passo a passo e os resultados serem analisados de forma profissional em todos os ciclos, seja diário, semanal, quinzenal ou mensal.  Deixar que resultados sejam apenas relatórios perdidos nas gavetas ou sobre as mesas é “suicídio empresarial”… os movimentos do mercado são rápidos, os “entrantes” (concorrentes) surgem do dia para a noite em seu nicho, região e até mesmo  na frente do seu negócio.

A Consultoria Empresarial tem recursos e pessoas capacitadas, para ajudar sua empresa na análise dos relatórios, gráficos, de forma mais aprofundada, permitindo localizar aspectos (?) que às vezes não aparecem no dia-a-dia, mas que poderiam afetar de forma negativa seus resultados, como “tendências” em função dos números apurados.

Monitoramento MENSAL dos Resultados e sua análise com os consultores empresariais poderá trazer para sua empresa, novos tempos de progresso, de evolução financeira positiva para ela, seus investidores, permitindo que se posicione na dianteira do mercado, como ocorreu com alguns clientes da Métodos Consultoria Empresarial.

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Prof.João Mariano de Almeida, administrador de empresas,com pós em RH, pesquisador de empresas familiares e colaborador da  MÉTODOS CONSULTORIA EMPRESARIAL. É autor do kit de áudiolivros “As 10 Dicas para o Sucesso da Empresa Familiar” e dezenas de artigos publicados no tema.

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