(11) 4116-1047

(11) 99115-7707

R. Fernando de Albuquerque 31 - cj. 42

atendimento@metodosweb.com.br

A  palavra organização vem sendo usada com frequência cada vez maior em discussões sobre competitividade e crescimento, mas sua natureza continua sendo interpretada de forma equivocada. Pergunte a um executivo sobre sua organização e ele provavelmente lhe mostrará alguma forma de organograma com caixas que representam as pessoas e linhas que as conectam, indicando quem se reporta a quem.

A consultoria empresarial através de seus projetos, ajusta os organogramas à realidade da empresa no momento e suas necessidades futuras em função da economia e do ambiente em que se situa fisicamente.

Se você procurar por mais detalhes, o executivo poderá lhe fornecer uma pasta cheia de descrições de cargos. Conversando com uma gerente mais perceptiva, ela poderá tentar descrever uma rica variedade de relacionamentos informais dentro da empresa: quem conversa com quem, quem gosta de quem, quem confia em quem.  Essa é a importantíssima “cola” que mantém a empresa de pé e frequentemente determina o que pode ou não acontecer.

Conversando com um acadêmico de vanguarda, ele provavelmente o envolverá em uma discussão sobre “capital social”.   Trata-se de uma forma singular de medir a capacidade dos funcionários, através das redes às quais pertencem, de obter uma verdadeira alavancagem a partir do “capital humano” que representam.

Observadores de negócios mais céticos vêem a organização como algo que bloqueia o caminho das pessoas que estão tentando com todo afinco fazer seu trabalho. A organização, segundo eles, é um custo indireto, algo a ser minimizado. Reflete mais a história do que a promessa e destaca estratégias passadas e não a base atual de competição. A organização, segundo alguns piadistas, é o que cega uma empresa quanto a suas oportunidades futuras. Poucas estruturas parecem ser bases de poder eficazes para as capacidades críticas ao crescimento futuro.

Em muitas situações o excesso de confiança na estrutura existente, ou autosuficiência, faz com que as empresas não usem os trabalhos de uma consultoria empresarial e quando os resultados pioram, fica mais difícil recuperar a empresa ou até mesmo salvá-la….muitas quebram por essas atitudes.

Um check list ou bom diagnóstico empresarial pode ajudar a empresa a encontrar novamente o caminho do lucro e dos bons resultados, sobreviver e crescer novamente.

A ORGANIZAÇÃO É UM VEÍCULO QUE FAZ A EMPRESA CRESCER

Os gerentes orientados para o crescimento fogem de formulações conceituais e debates teóricos.  Preferem ideias mais simples, orientadas para ações.  Gostam de falar sobre o que podem manipular diretamente.  Para eles, se uma estratégia de crescimento é um caminho, organização é o que eles usarão para viajar por esse caminho.

A organização é um veículo para as ambições de crescimento de uma empresa. É um veículo que vai a algum lugar, não uma máquina que funciona. Quando funciona, concentra o esforço de todos no crescimento. A organização é o que liga os funcionários ao caminho de crescimento da empresa.

Uma organização funciona da mesma forma que um veículo, realizando três funções críticas:

– Define uma direção.  Para onde iremos ?

– Tem uma forma de propulsão. O que vai nos alavancar ?

– Proporciona um sentido de estabilidade.  Nossa estrutura garante resultados?

Existem muitos tipos de veículos, da mesma forma que existem muitos tipos de empresas, mas todas elas têm esses três atributos.  Reduzido a sua forma mais simples, um barco a vela tem uma vela que lhe proporciona propulsão, um leme que define sua direção e um casco e uma quilha que lhe conferem estabilidade.  Aviões e automóveis também tem partes correspondentes: volante, motor, fuselagens, etc… E as empresas ?

A ORGANIZAÇÃO PROPORCIONA DIREÇÃO

As empresas definem sua direção através do grupo de alta gerência e do processo de planejamento que esses executivos implantam para envolver o resto da empresa no processo.    Definir o caminho a ser tomado é mais do que uma decisão que se toma uma única vez.  O simples fato de se virar um veículo na direção que se pretende ir não garante que ele chegará lá. É preciso haver sistemas de controle e informação que monitorem o movimento para a frente e ofereçam informações adequadas sobre os desvios em relação ao plano, para que possam ser efetuados ajustes nas ações e nos planos da empresa.  Esses  três componentes de uma organização de negócios precisam operar de forma rigidamente coordenada para que a empresa avance efetivamente nos caminhos do crescimento dos resultados.

(Fonte: Crescer, não destruir, de Robert Tomask e Projetos de Produtividade e Gestão Empresarial realizados pelo autor).

Adaptado por: Prof.João Mariano de Almeida, administrador de empresas, com pós em RH e mestrando em Gestão de Negócios, atuando desde 1981, em T&D (para formar e reciclar lideranças), produtividade pessoal (redução dos ciclos das atividades), produtividade empresarial (processos, problemas, decisões) e inteligência de mercado (rever marketing, expandir vendas).

É autor do kit de áudiolivros “As 10 Dicas para o Sucesso da Empresa Familiar”  e consultor da Métodos Consultoria Empresarial

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back to Top