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Quando se fala de Charles Darwin e a seleção natural das espécies  animais e sua evolução, você vê imagens de transformação física e também de outros que já não existem mais, nem em confinamentos. Onde estarão as onças daqui algumas décadas, sem suas áreas de caça, devastadas pela agricultura, mineração e pecuária……não terão alimentos….não poderão procriar e somente irão existir em zoológicos por algum tempo….

Na África, os safáris ainda irão proteger os leões por muitas décadas, mas no Brasil,  não existe uma política clara para conservação das espécies e o peso da agricultura e pecuária atropelam as tentativas de ONG´s, Greenpeace e outras entidades conservacionistas.

Por analogia, vamos analisar o  mundo das empresas,  que também poderão ser extintas,  pela seleção natural, caso não se tornem competitivas ?   Que processos elas podem adotar para sobreviver ?

E QUANTO ÀS EMPRESAS, COMO NÃO SER ELIMINADA NA SELEÇÃO NATURAL ?

O que poderá fazer, para que sua empresa continue a evoluir e consiga atravessar os ciclos de processos econômicos negativos  ?

Ela vai precisar sair dessas “fases negras da economia”, momentos críticos em que por falta de planejamento, o governo e sua política econômica se tornam  “algozes dos empreendedores“ , que precisam agora lutar o dobro parra conseguir os mesmos resultados.

Dá um nó na cabeça da maior parte dos empresários, principalmente as PME, que não adotam em sua gestão, processos organizacionais mais eficazes, nem o Planejamento Estratégico, nem sistemas gerenciais como ERP, CRM, ou mesmo ter a base organizacional bem feita, para ter suas despesas controladas, mesmo que por planilhas,  seus indicadores apurados corretamente, sabendo qual é o seu Ponto de Equilíbrio, onde as Receitas empatam com as Despesas.  Conhecendo seus Custos Fixos e Variáveis corretamente, para ter condições de Formar Preços de Vendas Adequados e negociar melhor.

Acabou a época de imitar preços de concorrentes, cuja estrutura é diferente da sua e também podem ter cometido erros na apuração dos indicadores e formação dos seus preços.  Tem que achar seu próprio caminho e ele passa pelo Planejamento, desde um simples Plano de Negócios até um Planejamento Estratégico, que não é negócio para grandes empresas, mas todos os portes.

Os empresários que buscam a sobrevivência são aqueles que  lutam  incansavelmente  por melhores resultados em seus negócios, lendo, pesquisando, visitando Feiras de Negócios, frequentando palestras, seminários, rodadas de negócios, pesquisando  novas tecnologias.

buscando ajuda de consultorias quando se torna necessário  para remodelar seus processos gerenciais,  para ter velocidade maior ao enfrentar suas concorrências e condições de competir, seja nos preços, condições de pagamento, prazos de entregas, qualidade dos produtos.  Tudo exige organização, novas formas de gestão, ter a empresa na mão.

Muitas empresas que estão “entregando os pontos”,  demitindo, fechando unidades,  são do tipo que não adotaram um planejamento estratégico há algum tempo, que poderia agora estar permitindo a elas atravessar a “tempestade econômica”.

Outras, acomodadas em suas “caixas de sucesso”, não perceberam que os resultados eram voláteis, que não deixavam ver que a estrutura era falha em processos, apuração de indicadores econômico-financeiros, formação dos preços, baixa produtividade individual e geral.    Eram coisas sem um foco mais apurado, escondidas sob o sucesso aparente das vendas, do movimento, do momento.

Agora, é hora de olhar para dentro do seu negócio, ver o que está adequado ou não, revisar seus processos, seus controles de gestão, ver seus indicadores de resultados (kpi´s), como apura seus custos de produtos ou serviços, que margens tem praticado e se elas permitem à empresa sobreviver e continuar crescendo.

É fundamental  envolver os colaboradores, para obter maior engajamento na luta pelos resultados.  A união de todos vai criar uma onda energética positiva e o foco em resultados e lucro, vai permitir que eles sejam alcançados com maior facilidade.    Colocar a “mão-na-massa” não é mais discurso, tem que ser prática real, dos empresários, diretoria, gestores e colaboradores.    Ninguém sozinho consegue resultados exuberantes.

O LUCRO é essencial, mas precisa ser entendido como um compromisso de todas as pessoas da organização e não apenas dos gestores.

Pequenas despesas ou desperdícios somados, provocam prejuízos, que mesmo pequenos, causam impacto nos lucros finais.  Não é hora de cortar o cafezinho, mudar o papel higiênico por um mais “popular”, que isso é economizar “barbante”…..É hora de ações da gestão, procurar ajuda se necessário, mas não encostar na parede, esperando ações do governo, da política econômica.   A SUA EMPRESA TEM QUE SOBREVIVER NESSA SELEÇÃO NATURAL e isso depende de você,  de suas decisões.

Autor: Prof.João Mariano de Almeida, adm.empresas, pós RH, mestrando em Gestão de Negócios, atua  desde 1981 em Projetos de Melhorias de Resultados (Marketing/Vendas, Organização Geral, RH, Redução dos Custos de Processos, Formação de Lideranças e Motivação),  com boa vivência em Projetos de Melhorias de Resultados, consultor da Métodos Consultoria Empresarial.

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