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O que ocorre com um empresário acomodado ?

E quando fica tanto tempo sem procurar melhorar seus conhecimentos que fica ultrapassado ? Consegue sobreviver nesse mercado cada vez mais competitivo ?  Sua empresa atravessa governos e crises econômicas e se mantém saudável ?  Aqueles empresários que “criaram suas fábricas”, mas nunca foram a um curso ou palestra ?

A maioria de nossas PME industriais nasceu nos últimos 40 anos e seus fundadores foram pessoas que durante anos exerceram funções no setor produtivo de outras fábricas como empregados e ao longo do tempo foram acumulando experiências, criando novas maneiras de produzir e mudando processos.

Tudo acontecia de maneira empírica e cada funcionário aprendia observando o mais experiente, não obedecendo a nenhuma metodologia de treinamento. O aprendizado era lento e pouco eficaz.

O único requisito do candidato para comandar uma fábrica, era o conhecimento da manufatura.  Como detinham muita “prática” julgavam-se capacitados, com plenas condições de criar sua própria empresa, o que em algumas casos, era sem dúvida uma verdade incontestável.  A produção indo bem, o negócio ia bem.  As outras áreas da empresa….bem, essas eram um fato secundário. Assim se pensava

Para iniciar uma fábrica não era necessário conhecimento na área de recursos humanos, marketing, vendas, custos, contabilidade, finanças, …Aos futuros “donos de fábrica”, ter a virtude do trabalho exaustivo e usar a sabedoria que a própria vida lhes ensinava, era o suficiente e quantos grandes empresários surgiram dessa forma, merecendo serem reverenciados pela luta, idealismo, arrojo e perseverança.

Mais ainda aqueles que criaram seus negócios longe das grandes cidades, onde não tinham acesso às oportunidades de lá.  Eram portanto, os “donos de fábrica”, reconhecidos no bairro, na cidade e região por esse motivo. No interior dos estados, em muitas cidades, algumas pessoas ainda são conhecidas como “os donos da fábrica X ou Y”……

O QUE MUDOU NOS DIAS ATUAIS ?

Hoje, o cenário é outro, o aprimoramento tecnológico é uma constante e os donos de negócios não estão sujeitos apenas aos exames minuciosos dos consumidores dos mercados regionais.  A ordem agora é voar mais longe, distribuir os produtos em localidades mais distantes, não só na própria região, mas nas demais do estado, do país e até rompendo fronteiras.

Para isso o empresário de hoje precisa ter conhecimentos generalizados de outros setores além daqueles da manufatura.  Se não conseguir dominar as competências necessárias ao sucesso do seu negócio nestes novos tempos, deverá procurar ajuda de profissionais com domínio total de áreas como planejamento, que é atualmente uma das mais importantes áreas de organização, pois significa “pensar antes” o que vai ser feito e com quais recursos necessários para atingir os objetivos já pré-estabelecidos.  Ou uma consultoria empresarial, que poderá ajudá-lo a ganhar tempo na capacitação e organização do seu negócio.

Sem planejamento e sem orientação adequada,  a empresa torna-se um navio sem leme, navegando sem direção…..  Infelizmente, tem muito navio sem leme no mercado e alguns irão a pique !

O QUE MUDA NOS ESTILOS DE GERENCIAMENTO  ?

Diante disso, os “ex-donos de fábrica” se esforçam para serem empresários no seu mais amplo sentido e para isso será necessário, além de tudo o que já fizeram e fazem pela empresa, o que não é pouco, também tomar contato com novos estilos de gerenciamento, que trazem boas mudanças para dentro da organização.

Um exemplo é o trabalho de recursos humanos, que hoje trabalha com o objetivo de visão holística enxergando a empresa como um todo, considerando o funcionário como um colaborador que pensa e participa das decisões, opinando e deliberando e não como um operário apenas, cumpridor de ordens.    Hoje, o colaborador vivencia programas motivacionais, que se prestam a elevar sua autoestima, aumentar sua produtividade pessoal e melhorar sua qualidade de vida, valorizando-o dentro e fora da empresa.

No caso das atividades que sempre se ocuparam de mensurar fatos já ocorridos, que são realizados pela área de finanças, o fazem ainda, na grande maioria dessas empresas, mas apenas a mensuração operacional e não a  estratégica, ou seja apenas atenta para o que já passou a fim de lamentar ou festejar os resultados, ao invés de utilizar os dados para corrigir os rumos de curto prazo, confrontando o fato pensado com o fato consumado.

O mesmo vale para o marketing, que lida com a criação de novos mercados, área anteriormente olhada com desprezo.   Hoje é uma alternativa estratégica alinhar marketing com vendas, para focar em oportunidades não percebidas no mercado ou criar novas.

Existe ainda a logística que planeja entregas racionais, a preços mais atraentes, em menor prazo e arranjos mais adequados aos  clientes.

Ao visitar um supermercado é fácil perceber que muitas mercadorias vem paletizadas, já em quantidades definidas, facilitando a agilizando a reposição, como bebidas, laticínios e outros.

Nas  “indústrias de livros” ou “editoras”, existem dezenas de títulos sendo lançados atualmente, para atender aos profissionais que ajudam tais empresas a colocarem-se em posição “alerta” no mercado e permanecerem atentos aos acontecimentos que poderão, a curto prazo, deixá-los de fora da competição.

A MUDANÇA DO PERFIL DOS “EX-DONOS DE FÁBRICA” PARA EMPRESÁRIOS ATUALIZADOS

A conjuntura atual pressiona os bravos e pioneiros “ex-donos de fábricas” a mudar seu perfil, de observadores passivos das situações, com tempo para refletir e decidir, em arrojados e ativos personagens, atuando simultaneamente, nas diversas facetas do negócio, acompanhando passo a passo os resultados e pessoas, tudo isso como exigência do próprio mercado e das mudanças do cenário competitivo.

Deverão estar aprendendo além dos conceitos e competências diretamente relacionadas  com as atividades fim do negócio, também temas como a macro economia, para olharem o mundo de cima, como se estivessem num helicóptero, permitindo uma visão ampla do negócio e seu entorno.

Hoje, o empresário não pode mais ficar o tempo todo “enfurnado” dentro do seu negócio, sem “querer saber o que ocorre no mundo lá fora”…..Ele precisa sair para respirar, ver inovações, ir a Feiras de Negócios ver lançamentos, assistir palestras,seminários  e cursos, conhecer concorrentes e seus produtos.    Parar para pensar !

Seu foco em marketing deverá ser mais dirigido, prático, focado, sem dispersão porque os recursos são escassos, em função de margens de lucro cada vez mais estreitas e concorrência mais acirrada.

Devem também dar especial atenção a compras e estoques.  Comprar com prazos melhores vai ajudar seu fluxo de caixa. Em lotes mais adequados, seguindo a demanda, vai evitar encalhar na produção ou almoxarifados.   Quanto aos estoques, o controle do giro é essencial para não perder dinheiro em estoques parados.   Saber o que vende mais, o que está sem movimento,  é importante para orientar vendas.

Os “ex-donos de fábricas”, devem entender que a partir de agora, a ordem será aprender, porque eles próprios terão que planejar suas rotinas, reservando tempo para assistirem palestras, seminários e até voltar aos bancos escolares, o que é considerado desnecessário e um tédio por muitos empresários, mas não é mais um luxo e sim uma necessidade.

Autor Eng.Arnaldo de Oliveira, mestrado em Eng.Civil e professor universitário, com co-autoria, Prof.João Mariano de Almeida, adm.empresas, pós RH, mestrando em Gestão de Negócios, atua  desde 1981 em Projetos de Melhorias de Resultados (Marketing/Vendas, Organização Geral, RH, Redução dos Custos de Processos, Formação de Lideranças e Motivação),  com boa vivência em Projetos de Melhorias de Resultados, consultor da Métodos Consultoria Empresarial.

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