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Problemas e soluções no controle de fluxo de caixa

Consultoria Empresarial e Gestão  

O bom comerciante sabe que, todos os dias, ao final do expediente, é preciso “fechar o caixa”, ou seja, comparar tudo que foi pago e recebido com o dinheiro do caixa. Desde as micro até as grandes empresas, que trabalham ou não com comércio, devem ter consciência da importância do controle de fluxo de caixa, que não é nada mais que o registro das transações financeiras de um negócio.

Pode parecer simples, mas não deve nunca ser considerada como dispensável, uma vez que é essencial para a manutenção da ordem nas contas da empresa. Entre as ferramentas recomendadas para auxiliarem nesse controle estão planilhas de fluxo de caixa, que são simples e intuitivas, não exigem muito tempo de adaptação e podem ser de grande auxílio para manter as contas em ordem. É importante ter em mente, porém, que o diagnóstico fornecido pelo fluxo de caixa se trata da situação financeira da empresa em questão, e não da situação econômica, ou seja, não é possível inferir se a empresa está lucrando ou saindo no prejuízo.

Para um fluxo de caixa perfeito, porém, são necessárias mais do que planilhas. Existem ferramentas online que auxiliam na tarefa, mas a contratação de consultorias empresariais especializadas em gestão e diagnóstico empresarial é altamente recomendada. Apenas dessa forma é possível garantir que o controle do fluxo de caixa da sua empresa vai ser o mais benéfico possível para o crescimento da sua empresa.

Um fluxo de caixa de qualidade demanda, portanto, dedicação e disciplina dos empresários envolvidos. Por mais que a consultoria seja recomendada, todo empresário precisa, ao menos, estar familiarizado com o processo realizado. Primeiramente é necessário separar as saídas de dinheiro em categorias. São recomendadas pelo menos as categorias “fornecedores”, “despesas” e “outras saídas” como um começo. Em “despesas” é recomendado, ainda, que sejam adicionadas as categorias “administrativas”, que trata de papelaria, correio, telefone, internet e salários; “comerciais”, que trata de gastos direcionados a marketing e comissões de vendedores; ou “financeiras”, que trata, por sua vez, de juros, multas e imposto sobre operações financeiras (IOF). Já dentro da categoria “outras saídas”, devem ser alocadas as transações em que a empresa pagou para amortização de empréstimos, pagamento de tributos e investimentos em geral.

As entradas também devem ser devidamente alocadas e vêm, em sua grande maioria, do resultado das vendas realizadas, incluindo a venda de um ativo ou um novo aporte, por exemplo.

A atividade de verificação de todos esses dados deve ser realizada diariamente para que, em seguida, seja calculado o valor das entradas menos o das saídas somado ao saldo inicial para que se saiba o saldo final do dia. O valor encontrado nessa operação deve ser equivalente ao existente nas contas bancárias.

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